Tray Icons - System

We tend to think of the desktop as the main stage: the browser window, the word processor, the sprawling timeline of a video editor. But the system tray is the backstage crew, the stage manager, the sound engineer, and the security guard all rolled into one. It is where the quiet, persistent hum of the computer’s background processes becomes visible. To understand the system tray is to understand the modern philosophy of computing: multitasking, ambient awareness, and the delicate dance between user control and automated processes. The system tray as we know it was popularized by Microsoft Windows 95. Before that, background applications were a mess. They either ran invisibly (requiring a complex key combination or task manager to find them) or cluttered the taskbar with separate buttons. Windows 95 introduced a solution: a reserved area next to the clock where "system" icons like volume control and the time could live, alongside "tray" icons for third-party apps like antivirus software or early instant messengers.

However, the tray is evolving. On Windows 11, the "Show hidden icons" flyout has become a cleaner, pop-over panel. On macOS with the notch, menu bar icons are fighting for space, leading to apps like Bartender that hide them behind a secondary click. The modern trend is toward : Volume, network, and battery are merging into a single "Quick Settings" panel. The standalone icon is becoming a portal to a flyout, rather than a binary indicator.

Because the . To check your battery, you don't open "Settings." You glance. To pause music, you don't open Spotify; you click the tray icon. To eject a USB drive, you don't open "This PC"; you use the tray. system tray icons

However, this ambient awareness comes with a dark side: . Every app wants a spot in the tray. Spotify wants to show you what's playing. Slack wants to show you an unread count. Discord wants to show a green ring when a friend comes online. GPU utilities want to show temperature. Printer software wants to show ink levels. Before long, the tray becomes a blinking, spinning, color-changing casino of distraction.

And yet, the tray persists. Why?

In the sprawling metropolis of a modern computer operating system—whether Windows, macOS, or a Linux desktop environment—there exists a small, often overlooked district. It is a cramped real estate, usually located in the bottom-right corner of the screen (or top-right on a Mac). This is the system tray, also known as the notification area. And its citizens? A motley, pixelated crew of icons that most users ignore until something goes wrong.

Long live the tray. Just don't forget to hide the ones you don't need. We tend to think of the desktop as

The original intent was noble: move non-critical, always-running applications out of the main taskbar to reduce clutter. But as the internet exploded, so did the tray. By the early 2000s, a typical Windows XP desktop was a horror show of icons: a spinning globe for dial-up networking, a green envelope for MSN Messenger, a red shield for Windows Security Alerts, a speaker icon, a safely remove hardware icon, and at least two or three proprietary icons for a printer, a scanner, and a graphics driver. The solution to clutter had become clutter.

Compare diferentes traduções de Meditações, do Marco Aurélio

A seguir colocamos três passagens de diferentes traduções lado a lado com os mesmos trechos traduzidos pelo Mateus Carvalho e Icaro Moro, do Estoicismo Prático.
"Pois distanciar-se dos homens, se existem deuses, em absoluto é temível, porque estes não poderiam atirar-te ao mar. Mas, se em verdade não existem, ou não lhes importam os assuntos humanos, para que viver em um mundo vazio de deuses ou vazio de providência?"

"Se os deuses existem, abandonar os seres humanos não é assustador, pois eles não o fariam mal. Se não existem, ou não se importam com o que acontece conosco, qual seria o sentido de viver em um universo desprovido de deuses ou Providência?"

"Com efeito, aquilo que provém dos deuses é venerável em razão de sua excelência, enquanto o que provém dos seres humanos nos é caro porque provém de nossa mesma espécie; e mesmo quando, de algum modo, nos conduz à compaixão por causa da ignorância dos bens e dos males, falha que não é menor que aquela que subtrai nossa capacidade de distinguir as coisas brancas das pretas."

"Pois a obra dos deuses deve ser venerada por sua excelência. A obra dos homens merece carinho em razão de parentesco. Embora algumas vezes mereça piedade, em razão da ignorância dos homens sobre o bem e o mal—uma cegueira equivalente a não conseguir distinguir preto e branco."

"Um homem com esse perfil, que a partir de então não poupa nenhum esforço para se colocar entre os melhores, é um sacerdote e servidor dos deuses, igualmente devotado ao serviço daquele que edificou nele sua morada; graças a esse culto, essa pessoa se mantém não contaminada pelos prazeres, invulnerável a todo sofrimento, livre de todo excesso, indiferente a toda maldade;"

"Um homem de tal estirpe, que não poupa esforços para ser o melhor possível, é como um sacerdote ou um servo dos deuses. Obedece à deidade que o habita e que o impede de ser profanado por prazeres, lesado por dores, tocado por insultos e conivente com perversidades."

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Por que produzir uma nova tradução de Meditações, do Marco Aurélio?

Algumas pessoas podem preferir uma leitura mais rebuscada, que contenha sinônimos arcaicos e frases longas. Mas, com base na experiência que temos no Estoicismo Prático, esse não é o caso da maioria.

Portanto, a acessibilidade de Meditações é diminuída devido à falta de traduções para português que tenham como objetivo tornar a leitura mais acessível. É por isso que decidimos assumir a tarefa de traduzir o livro.

Quando se trata de obras clássicas como Meditações, acreditamos que quanto mais traduções existirem, melhor. Assim, cada um pode escolher a que mais lhe agrada. É certo que abre-se margem para "traduções" que mais interpretam do que traduzem o texto original. De qualquer forma, esse é um problema inevitável. Cabe ao leitor selecionar a tradução mais próxima do original cuja leitura mais lhe agrade.

Imagine um cenário em que novas traduções de Meditações não fossem produzidas regularmente... o livro provavelmente cairia no esquecimento. Ou, ao menos, não se tornaria tão popular quanto pode ser. Mas Meditações é uma obra importante demais para ficar limitada a traduções do século passado.

Para ler a nova tradução, adquira o livro clicando abaixo:

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